quarta-feira, 14 de abril de 2010

Chove na Glass House

Temporal na Glass House



Imagens da Glass House - Cd. Praia do Sul I -

Chove Muito Lá Fora

Chove muito lá fora

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Chove lá Fora


Hall de Entrada


Green garden

Hall das tamareiras submersas em água


Imagem lateral do Jardim das Divindades.




As chuvas do Rio de Janeiro chegaram em Aracaju. No final de semana a frente fria atingiu o nosso litoral e ficamos ilhados. Sem prejuízos, graças a Deus.

quarta-feira, 24 de março de 2010

Saudades do Laurentina em Lisboa


Com a proximidade dos festejos da Semana Santa lembrei-me do Laurentina. Laurentina é um destes restaurantes antigos de Lisboa e foi indicado pela minha amiga Alciene que lá esteve há 8 anos atrás. Coisas do velho mundo: o restaurante permanecia com as mesmas características de outrora. Portugal, é, hoje o país que tem o maior consumo per capita de bacalhau do mundo. O consumo acentuado deste peixe salgado e seco e de tanto outros frutos do mar, durante a semana santa, deve-se ao sacrifício de Jesus, que ofereceu seu corpo para salvar os homens. Este credo foi se espalhando mundo afora por padres e jesuítas aos povos colonizados pelos países católicos. A ingestão de tal pescado não somente ocorria na Sexta-feira Santa como também na Quarta-feira de Cinzas, durante os 40 dias de Quaresma, na vésperas da Pentecostes, no dia de Todos Santos e do natal. Com o passar do tempo tal abstinência somente ocorre na Semana Santa.

Porém, é preciso sabermos que, tal iguaria como sendo de origem Portuguesa, advêm do Ártico, ou seja, pescado a centenas de milhares de distância de Lisboa. Como o Bacalhau era um alimento barato e que tudo era aproveitado: lombo, língua, ovas, barbatanas e espinhas, foi graças ao salgamento e secagem deste bacalhau que ele pode ser utilizado em longas viagens além mares na descobertas lusitanas. No século IX o bacalhau seco era levado nas embarcações dos Vikings que não salgavam, apenas, secavam, pois não conheciam o sal. O sal no Bacalhau foi introduzido por volta do século XV pelos Bascos que capturavam o pescado na Terra Nova, ou seja, litoral do Canadá, antes mesmo de Cristovão Colombo. No século XIV, o bacalhau era pescado na costa da Inglaterra com os conhecimentos do povos normandos. Durante muitos anos os bascos e lusitanos tinham o domínio do comércio do Bacalhau até que surgisse em águas frias os franceses e ingleses.
No Brasil, o bacalhau foi introduzido pelas caravelas de Cabral, sendo que, as diversas maneiras de preparação deste peixe se deu de forma mais efetiva com a mudança da Família Real para o Rio de Janeiro. Hoje, somos o maior importador de bacalhau do mundo, sendo que, 85% desta importação provém da Noruega. O restante deste percentual vem da importação do bacalhau saithe que uma espécie mais barata do bacalhau.

Após a segunda guerra mundial, com a escassez de alimentos, até os dias atuais, o bacalhau tornou-se uma iguaria cara nas mesas do brasileiros. Porém, existe hoje diversos tipo de bacalhau e diversas maneiras de preparar este bacalhau, de modo que ,poderá ser compartilhado por diversas camadas da população. Hoje, somente tenho a dizer: saudades do LAURENTINA em terras lusitanas. Saudade esta, que poderá ser amenizada preparando um bom Bacalhau, que em breve, estarei mostrando para vocês, bem como, freqüentando a LUSITÂNIA, não em Lisboa, mas no centro de Aracaju, saboreando um delicioso bolinho de bacalhau, que agora tem em 3 versões: especial, do porto e o da casa. Para quem não sabe, A Lusitânia de Aracaju fica na rua Laranjeiras, vizinha a igreja São Salvador.

segunda-feira, 22 de março de 2010

Inuguração da Cozinha Gourmet de Eduardo


Chef em ação.

Na verdade, esta e tantas outras confrarias que fazemos, tem como intuito a confraternização, a brincadeira e a canalização para outra atividade totalmente diferente da atividade que exercemos no dia a dia. Hoje em dia, existe uma busca maior por parte de profissionais com atividades stressantes, como a que exercemos, por outras atividades com menos stress sem intuito profissional, para que possamos canalizar nossas energias e seguirmos em frente no cotiano do dia a dia. É comum deparramos com médicos, engenheiros, economista da bolsa fazendo atividades paralelas totalmente diferente da sua profissão. Na culinária você pode encontrar o equilibrio, a alquimia e o uso dos sentidos, e quando tudo isto é feito sem pretensões, o resultado somente pode ser prazeroso....

Eduardo, o aprendiz de cozinheiro fazendo a finalização dos pratos....

Filé temperado com vinho tinto e Molho de Gorgonzola.

O Chef do Cordão Blu fazendo o mesa in place na Hornização do jantar

Trio Bom de Boca: Marcelo e Silvana Franco e João Deda

Conversa ao pé do ouvido entre Eduardo e Marcelo Franco.
Sivaldo fazendo a degustação do vinho!


Todos reunidos na confraria de inauguração da cozinha Gourmet de Eduardo Fonseca. O Menu degustação teve como entrada um vinagrete de mexilhões e de Polvo e Brusquetas (Crostini) de mussarela e tomate. Como Prato Principal: Filé baixo ao Molho de Gorgonzola guarnecido com Arroz a Piamontês.

quarta-feira, 17 de março de 2010

Da Andaluzia (Servilha) à Glass House


Momentos de muita alegria registrados pela minha máquina e publicada agora no blog. Walter Chou estava também com muita fome....


Olha a minha cara de fome e de alegria por parar um pouco após longas caminhadas, por uma das cidades mais bonitas da Espanha - Servilha - na região da Andaluzia, das tapas, das touradas, do zorro, de belas mulheres.....

Iniciamos abrindo o almoço naquela tardia fria e cálida de Servilha com fazem os espanhóis - pedindo um prato de tapas de vinagrete de polvo, que por sinal, eu tentei reproduzir e ficou muito bom! Breve colocarei a receita no Blog.


Paella no restaurante da Andaluzia (Servilha).

Olha a minha face pós-prandial após saciar minha fome e receber a conta com propina em euros. Saciar ou assouvir como dizem os franceses.

Não querendo ser comparativo mas podemos observar a diferença entre a fartura da paella em um restaurante da Espanha (à esquerda) e a paella feita em casa. Podemos até justicar através da História esta diferença, levando em conta as privações pós-guerra sofrida pelos paises europeus, se bem que, pelo preço que pagamos em euros, não justifica tanta escassez em frutos do mar. Enfim, o gosto estava muito bom e a fome também...